quinta-feira, 13 de maio de 2010

Sinteses sobre Mashup

Mashup nos negócios - http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092007/24092007-14.shl


Com o sucesso da web 2.0, muitas empresas procuram adquirir ou criar aplicações que permitam um aumento nos lucros. Essas procuram explorar o uso de recursos da web 2.0 e tecnologias como Ajax, PHP e RSS. No ambiente corporativo, a combinação de informações de várias fontes num único endereço, traz uma visualização fácil e rápida dos dados espalhados pela empresa, e até fora dela, com informações vindas, por exemplo, de sites na web. Essa reunião de informações pode ser benéfica para a empresa.


Mashup - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup

Em 2004 surgiu a web 2.0, chamada “segunda geração” de aplicações web, caracterizadas por um grau maior de interação e colaboração entre usuários. Foi nesse contexto que surgiu a aplicação Mashup. Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo. Sua arquitetura é dividida em provedores de conteúdo (ou de APIs), o mashup site e a aplicação cliente (tipicamente, um navegador).

O que é Mashup?

http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=3744

Mashup, termo simples que surgiu na música e foi incorporado a internet depois do surgimento da Web 2.0, significa “misturar”. Na web, isso possibilita utilizar ferramentas de outros sites para incrementar sua própria página ou blog. Um exemplo disso está no Google maps onde usuários do mundo todo postaram fotos dos principais pontos turísticos das cidades.

Novo serviço web em 5 minutos

1_ http://blog.programmableweb.com/2010/02/02/top-10-youtube-mashups-of-all-time/.

Dentre as milhares de APIs existentes para criação de mashups, a do youtube é uma das mais populares. A notícia mostra os 10 melhores mashups feitos no youtube. Exemplos são: Tubespy para mostrar os vídeos que estão sendo vistos no momento e o “ Your own music TV” que seleciona músicas aleatórias dos seus cantores favoritos.

2_ http://blog.programmableweb.com/2009/05/19/scrapplet-launches-new-mashup-tool-with-openajax-support/.

A scrpplet lançou uma nova ferramenta para criação de mashups. O serviço básico da ferramenta permite ao usuário do browser criar mashups simplesmente arrastando conteúdo de outros sites. Este conteúdo pode ser vídeos, texto, widgets, feeds, etc. Além disso, a ferramenta agora da suporte para OpenAjax obtendo os benefícios do uso de seus widgets por exemplo.

3_http://info.abril.com.br/reviews/webware/mashups/google-mashup-editor-e-so-para.shtml.

A ferramenta da Google para criar mashups foi feita para programadores experientes. O serviço não oferece interface gráfica, e só aceita código. O editor aceita códigos HTML, CSS e JavaScript. Baseado no padrão XML ele traz tags específicas para uso em machups. O serviço também oferece importação de feeds RSS. Depois de terminado você pode publicar o resultado numa URL ou gadget do Google.

Novo serviço web em 5 minutos

Os mashups estão ficando cada vez mais populares na internet. Hoje em dia está tão comuns estes novos serviços que existem milhares de ferramentas ou APIS disponíveis (gratuitas) na internet. Arrisco a dizer que a causa se tornou a conseqüência: podemos dizer que a popularidade dos mashups está aumentando também, por causa destas novas ferramentas que estão cada vez mais fáceis de utilizar.

Basta digitar no Google “criar mashup” que aparecem inúmeros sites sobre como criar seu próprio serviço na web. Cada um indicando ou até mesmo oferecendo sua própria ferramenta de desenvolvimento. Temos a opção de criar mapas integrados com algum outro serviço de rastreamento, ou até mesmo, misturar vídeos do próprio youtube.

Vimos nas notícias disponibilizadas em nosso twitter, uma nova ferramenta que basta arrastar o conteúdo de algum site para o seu próprio. Conteúdo este, que pode ser textos, vídeos, feeds, etc... Por causa desta facilidade toda em oferecer um novo serviço na web, acredito que os mashups tenham ganhado grande popularidade nos últimos tempos. O nível de conhecimento técnico para criar um mashup é bem baixo.

Apesar disso tudo, temos que olhar por outro lado: Será que os donos dos feeds e conteúdos disponibilizados no mashup está ciente? Ou mesmo sabendo, será que isso é correto? Estamos “criando” algo em 5 minutos ou “montando” com ctrl+c e ctrl+v?

Mashups e Web 2.0: Como se beneficiar?

Muito se discute sobre as novas tecnologias e sobre como a Web vem tomando uma direção “própria” nos dias atuais, imersa por conteúdo interativo dos seus usuários. Ao mesmo tempo que estas novas tecnologias, todas integradas crescem e dispersam, deve buscar-se novos mecanismos de lucrar, desenvolver e difundir o conhecimento destes meios.

Estudos recentes mostram que mais de 70% das empresas Web afirmam ter obtido algum ganho com iniciativas Web 2.0. Empresas não só de tecnologia, mas de setores alimentícios, farmacêuticos e de serviços combinam os recursos web, atraindo a atenção do consumidor e criando tendências e aproximando a relação com o cliente com o cliente.

A empresa de consultoria McKinsey publicou um artigo apontando os Mash-ups como estando presentes em 14% das empresas que usam recursos Web 2.0. Estas ferramentas ainda são novas, com um percentual reduzido se comparado às demais, mas com uma potencialidade enorme de recursos e desenvolvimento.

A tendência é que estes valores cresçam ano a ano, aumentando os lucros, e facilitando os serviços e o uso de tecnologia por parte dos usuários finais. É uma excelente opção de mercado para se explorar, aliando os benefícios da tecnologia com interatividade, integração e da integração de serviços.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Link para Wiki do Grupo B - Mashup

Clique aqui para ser redirecionado para a Wiki sobre Masuhp.

terça-feira, 13 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

Mapa Conceitual - Web 2.0

A partir dos estudos sobre os princípios em que se baseia a WEB 2.0, realizamos a criação de um mapa conceitual contendo os principais pontos desses princípos. Disponiblizamos o mapa elaborado abaixo:



Web 2.0 – Dados em uma escala épica



Na web 2.0 podemos considerar os dados tão importantes quanto às funcionalidades disponibilizadas. Os dados são hoje a matéria prima da grande produção de informações na Internet. A participação dos usuários nesse processo de geração de dados, participação que pode ocorrer de forma consciente (blogs, mashups, etc) ou inconsciente (“ad-sense”), tem papel importante na estrutura e evolução da chamada Web 2.0.

Como o próprio conceito de Web 2.0 prega, a interação com o público é uma fonte de dados importante para empresas como Amazon e Google, onde o “comportamento online” determina estratégias de marketing e vendas. Essas empresas são especialistas em coletar e armazenar grandes quantidades de dados, processá-los e disponibilizá-los. Tal procedimento tem gerado questionamento em relação à privacidade e direitos autorais, principalmente quando esses dados são coletados sem permissão ou consciência do usuário. Por outro lado, existem efeitos interessantes na participação consciente de usuários no processo de geração de dados. As pessoas tornam-se verdadeiros sensores do mundo, coletores de dados da vida real, disponibilizando suas experiências no mundo da Web. Um exemplo típico de participação consciente na produção de dados e informação está nos mashups, uma reunião de dados de diferentes fontes, organizadas segundo uma lógica ou contexto, criando um novo tipo de informação e agregando conhecimento.

Além das aplicações, ainda restam às redes sociais que também possuem uma enorme capacidade de aumentar o volume de dados presentes na rede. Nesse sentido, redes como o YouTube, que permite a postagem ilimitada de vídeos e também o Flickr, que fornece aparatos para a postagem rápida e eficiente de fotos pelos usuários, são ambientes cujo o conteúdo é praticamente incomensurável.

Existe uma percepção que tal volume de dados pode deixar os usuários “afogados”, daí a importância das ferramentas agregadoras de informação ou das API’s desenvolvidas por empresas, geralmente focadas em produtos que exploram os conceitos da WEB 2.0. Além disso, há obviamente a necessidade da existência de empresas como Amazon e Google capazes de fornecer a infra-estrutura necessária para conter a imensa escala de dados: a chamada computação nas nuvens. Basicamente trata-se da infra-estrutura que fornece os recursos de Tecnologia da Informação (processamento, armazenamento) na forma de serviços na Web (armazenamento/compartilhamento de dados na Web, ferramentas de colaboração na Web, etc). O acesso a alguns desses dados numa escala sem precedentes (como fotografias (Flickr), bookmarks (delicious), dados cartográficos (Google Maps), e também dados indexados, como a busca do Google) que a Web 2.0 disponibiliza, já estavam disponíveis na Web 1.0, mas não tão bem estruturados e centralizados.

Por fim, podemos dizer que a escala de dados está na mesma proporção da participação e acesso das massas no mundo da Internet. Fica claro o seu papel de geradora de dados (consciente ou inconsciente) cabendo às grandes empresas e desenvolvedores, a tarefa de processar, armazenar e disponibilizar na computação em nuvem esse grande volume de dados.